Arquitetura de Decisão
São quatro blocos, dez decisões que não podem ser delegadas e uma ordem que o leitor consegue memorizar: governar, alocar capital, executar no core, delegar agência.
p. 71
A ordem vale para cada iniciativa.
A ordem é inegociável em cada iniciativa: governar, alocar capital, executar no core, delegar agência.
p. 84
A velocidade varia por iniciativa. A ordem não.
p. 198
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Governar
Governança: quem decide e quem responde?
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Alocar capital
Capital allocation: o que merece funding e quando parar?
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Executar no core
Execução no core: o que precisa estar sob controle antes de entrar em processo crítico?
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Delegar agência
Delegação de agência: o que pode ser delegado, em que nível, e com que freio?
Se a governança falha, o capital entra sem limite. Se o capital entra sem critério, a execução nasce contaminada. Se a execução entra no core sem controle, a delegação de agência vira risco sem preço.
p. 84
Dez decisões que não podem ser delegadas.
As dez decisões a seguir pertencem a humanos, organizadas por quem responde.
p. 83
Alocar capital
Executar no core
Delegar agência
Cada capítulo termina com um Decision Pack, o artefato operacional da Arquitetura de Decisão. Em uma página, ele condensa sete elementos: a decisão, por que importa, a métrica de baseline e alvo, o risco principal, a stop rule (regra de interrupção), três ações para os próximos sete dias com papel responsável, e uma linha para o conselho (o que aprovar, o que monitorar, o que delegar).
p. 9
Nem tudo é alto risco.
Uma empresa que exige o mesmo nível de review para um chatbot interno de FAQ e para um modelo de decisão de crédito vai paralisar o primeiro e subestimar o segundo. Governança proporcional significa classificar cada aplicação de IA por nível de risco e aplicar controles proporcionais ao impacto.
p. 96
A classificação por faixas evita o erro de tratar todos os projetos de IA com o mesmo nível de burocracia, que é a forma mais eficiente de estagnar a inovação.
p. 225
Subgovernança de agentes de alto impacto gera risco fiduciário, e sobregovernança de agentes de baixo impacto impede a adoção antes de ela gerar valor.
p. 165
Capital por estágios, autonomia por níveis.
Estágios de investimento
A passagem entre estágios é condicional, não temporal.
p. 115
Níveis de autonomia
A transição é condicional, não temporal.
p. 169
A fronteira entre níveis se move. O que hoje está no Nível 2 pode estar pronto para o Nível 3 em doze meses.
p. 169
Cartão de decisão.
Um cartão deste site com três itens e, em cada um, o que o livro diz sobre ele.
Stop rule
Kill rule (encerramento) por estágio no TPL-06 →Stop rule (regra de interrupção) é o critério explícito que define quando um projeto, piloto ou agente deve ser pausado ou encerrado.
p. 225
Data de validade e premissa
O checklist mede existência, não maturidade. E existência tem data de validade: a decisão volta à mesa quando a premissa muda.
p. 84
Próxima revisão da matriz de delegação no TPL-11 →Toda matriz de delegação tem data de validade.
p. 181
Custo completo, com exit cost
Custo completo inclui dois componentes que a maioria dos business cases omite: exit cost e double bubble.
p. 75
Exit cost (custo de saída) é o que custa trocar de plataforma ou encerrar uma iniciativa depois que a organização investiu em integração, treinamento de modelo, ajuste de prompts e acúmulo de dados em uma arquitetura específica.
p. 76
Custo completo e exit cost no TPL-06 →Double bubble (bolha dupla) é o período em que a empresa paga o sistema novo e o antigo ao mesmo tempo.
p. 76
Registro de decisões
Uma planilha deste site, montada a partir dos campos do Decision Pack: uma linha por decisão, com a data de validade, a premissa e o gatilho de revisão.