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Teste de prontidão de produção

Dez critérios para o go-live de IA no core operacional em processo de missão crítica.

Capítulo 8 · Versão digital 1.3, de 27/10/2026

Como usar

  1. Aplique antes de promover qualquer modelo da industrialização para a operação.
  2. A validação de qualidade, segurança e compliance deve ser proporcional à classificação de risco.
Preencher com a IA da sua empresa

Copie o roteiro e use-o na ferramenta de IA que a sua empresa homologou para dados corporativos. A IA organiza a evidência campo a campo, e a decisão continua com você. Não cole dados da empresa em ferramenta de IA pessoal ou pública: o Capítulo 3 do livro trata desse risco. Este site não envia nem recebe o que você copia.

Você vai me ajudar a preencher o TPL-10, Teste de prontidão de produção, do livro Decidir na Era da IA, de Alexandre Pereira.

Seu papel é organizar, campo a campo, a evidência que eu fornecer. Quem decide sou eu.

Regras:
1. Use somente o que eu colar ou anexar nesta conversa. Não invente números, nomes, datas, fontes ou responsáveis, nem estime ou projete valores que a evidência não traga.
2. Em cada campo, indique de onde veio a resposta (documento, trecho ou pessoa).
3. Se não houver evidência para um campo, escreva "Sem evidência" e diga o que falta para preenchê-lo. Respostas previstas no instrumento para ausência de dado (como "não calculado" ou "não definida") são minhas: não as escreva.
4. Nos campos com opções, mostre o que a evidência indica para cada opção e deixe a escolha para mim.
5. Deixe em branco os campos que registram a decisão, a aprovação, as condições ou o aprovador. Ao lado, cite apenas a evidência que se refere a eles, sem propor conteúdo.
6. Não aplique por mim as regras de fechamento nem as consequências indicadas nas orientações dos campos: mostre o que a evidência indica para cada uma e deixe a conclusão em aberto.
7. No fim, liste, campo a campo, as lacunas de evidência.

Como usar o instrumento:
- Aplique antes de promover qualquer modelo da industrialização para a operação.
- A validação de qualidade, segurança e compliance deve ser proporcional à classificação de risco.

Campos:

Identificação
- Iniciativa
- Processo de destino
- Classificação de risco
  Opções: Faixa 1 / Faixa 2 / Faixa 3
- Data da avaliação

Critérios de prontidão
- 1. Source of truth definida
  Orientação: Para cada domínio de dados consumido. Dono: data steward.
  Opções: Sim / Não
- Evidência 1
  Orientação: Documento de source of truth assinado pelo data steward (ver Template 9, Gate 4).
- 2. Observabilidade funcional instalada
  Orientação: Monitora acurácia, drift e anomalias em produção, não só infraestrutura. Dono: CIO ou líder de MLOps.
  Opções: Sim / Não
- Evidência 2
  Orientação: Dashboard funcional com alertas configurados.
- 3. Drill de auditoria executado
  Orientação: Ao menos uma decisão rastreada do output ao input. Dono: owner do caso de uso.
  Opções: Sim / Não
- Evidência 3
  Orientação: Relatório do drill.
- 4. Processo de incidente definido
  Orientação: Incident commander nomeado, escopo claro, cadência de comunicação e critério explícito de escalação ao comitê executivo. Dono: incident commander.
  Opções: Sim / Não
- Evidência 4
  Orientação: Documento do processo de incidente.
- 5. Rollback testado
  Orientação: Mecanismo para reverter ao processo anterior, testado em condições próximas às de produção. Dono: CIO.
  Opções: Sim / Não
- Evidência 5
  Orientação: Registro do teste de rollback com resultado.
- 6. Custo completo no mês 24 projetado
  Orientação: Inclui exit cost. Dono: CFO.
  Opções: Sim / Não
- Evidência 6
  Orientação: Projeção econômica documentada e validada pelo CFO.
- 7. Data de sunset do legado definida
  Orientação: Dono: process owner.
  Opções: Sim / Não
- Evidência 7
  Orientação: Cronograma de desligamento do processo anterior, com responsável e condições de ativação.
- 8. Validação mínima concluída
  Orientação: Testes de qualidade, segurança e compliance proporcionais ao risco; em Faixa 2 e 3, inclui red-teaming documentado. Dono: sponsor executivo.
  Opções: Sim / Não
- Evidência 8
  Orientação: Relatório de validação.
- 9. Controle de acesso e privilégio mínimo aplicados
  Orientação: Modelo e agentes conectados têm permissões mínimas necessárias, documentadas e revisadas. Dono: CISO.
  Opções: Sim / Não
- Evidência 9
  Orientação: Registro de permissões.
- 10. Owner de negócio confirmado para operação contínua
  Orientação: Executivo accountable pelo resultado em produção, não apenas pelo lançamento. Dono: CEO ou sponsor executivo.
  Opções: Sim / Não
- Evidência 10
  Orientação: Nomeação formal com escopo de responsabilidade.

Resultado
- Critérios atendidos
  Orientação: Informe o total de 10.
- Gaps e plano de remediação
  Orientação: Liste prazo e responsável para cada gap.
- Go-live aprovado?
  Opções: Sim / Não / Condicionado
- Aprovador
  Orientação: CIO, com validação do CFO e do sponsor executivo.

Regras para fechar a decisão (eu aplico):
- Para Faixa 2 e 3, os dez critérios são obrigatórios.
- Para Faixa 2 e 3, a validação mínima inclui red-teaming documentado.
- O go-live só é avaliado após registrar gaps, plano de remediação, prazo e responsável.

Responda na mesma estrutura, campo a campo.

Minha evidência:
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Identificação
Critérios de prontidão

Para cada domínio de dados consumido. Dono: data steward.

Documento de source of truth assinado pelo data steward (ver Template 9, Gate 4).

Monitora acurácia, drift e anomalias em produção, não só infraestrutura. Dono: CIO ou líder de MLOps.

Dashboard funcional com alertas configurados.

Ao menos uma decisão rastreada do output ao input. Dono: owner do caso de uso.

Relatório do drill.

Incident commander nomeado, escopo claro, cadência de comunicação e critério explícito de escalação ao comitê executivo. Dono: incident commander.

Documento do processo de incidente.

Mecanismo para reverter ao processo anterior, testado em condições próximas às de produção. Dono: CIO.

Registro do teste de rollback com resultado.

Inclui exit cost. Dono: CFO.

Projeção econômica documentada e validada pelo CFO.

Dono: process owner.

Cronograma de desligamento do processo anterior, com responsável e condições de ativação.

Testes de qualidade, segurança e compliance proporcionais ao risco; em Faixa 2 e 3, inclui red-teaming documentado. Dono: sponsor executivo.

Relatório de validação.

Modelo e agentes conectados têm permissões mínimas necessárias, documentadas e revisadas. Dono: CISO.

Registro de permissões.

Executivo accountable pelo resultado em produção, não apenas pelo lançamento. Dono: CEO ou sponsor executivo.

Nomeação formal com escopo de responsabilidade.

Resultado

Informe o total de 10.

Liste prazo e responsável para cada gap.

CIO, com validação do CFO e do sponsor executivo.

Regras para fechar a decisão

  • Para Faixa 2 e 3, os dez critérios são obrigatórios.
  • Para Faixa 2 e 3, a validação mínima inclui red-teaming documentado.
  • O go-live só é avaliado após registrar gaps, plano de remediação, prazo e responsável.

No livro

Capítulo 8, IA no core operacional

“Produção sem observabilidade é piloto com risco.”

Decidir na Era da IA, de Alexandre Pereira
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Em vídeo

Capítulo 8, IA no core operacional · 3:30

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