Teste de prontidão de produção
Dez critérios para o go-live de IA no core operacional em processo de missão crítica.
Como usar
- Aplique antes de promover qualquer modelo da industrialização para a operação.
- A validação de qualidade, segurança e compliance deve ser proporcional à classificação de risco.
Preencher com a IA da sua empresa
Copie o roteiro e use-o na ferramenta de IA que a sua empresa homologou para dados corporativos. A IA organiza a evidência campo a campo, e a decisão continua com você. Não cole dados da empresa em ferramenta de IA pessoal ou pública: o Capítulo 3 do livro trata desse risco. Este site não envia nem recebe o que você copia.
Você vai me ajudar a preencher o TPL-10, Teste de prontidão de produção, do livro Decidir na Era da IA, de Alexandre Pereira. Seu papel é organizar, campo a campo, a evidência que eu fornecer. Quem decide sou eu. Regras: 1. Use somente o que eu colar ou anexar nesta conversa. Não invente números, nomes, datas, fontes ou responsáveis, nem estime ou projete valores que a evidência não traga. 2. Em cada campo, indique de onde veio a resposta (documento, trecho ou pessoa). 3. Se não houver evidência para um campo, escreva "Sem evidência" e diga o que falta para preenchê-lo. Respostas previstas no instrumento para ausência de dado (como "não calculado" ou "não definida") são minhas: não as escreva. 4. Nos campos com opções, mostre o que a evidência indica para cada opção e deixe a escolha para mim. 5. Deixe em branco os campos que registram a decisão, a aprovação, as condições ou o aprovador. Ao lado, cite apenas a evidência que se refere a eles, sem propor conteúdo. 6. Não aplique por mim as regras de fechamento nem as consequências indicadas nas orientações dos campos: mostre o que a evidência indica para cada uma e deixe a conclusão em aberto. 7. No fim, liste, campo a campo, as lacunas de evidência. Como usar o instrumento: - Aplique antes de promover qualquer modelo da industrialização para a operação. - A validação de qualidade, segurança e compliance deve ser proporcional à classificação de risco. Campos: Identificação - Iniciativa - Processo de destino - Classificação de risco Opções: Faixa 1 / Faixa 2 / Faixa 3 - Data da avaliação Critérios de prontidão - 1. Source of truth definida Orientação: Para cada domínio de dados consumido. Dono: data steward. Opções: Sim / Não - Evidência 1 Orientação: Documento de source of truth assinado pelo data steward (ver Template 9, Gate 4). - 2. Observabilidade funcional instalada Orientação: Monitora acurácia, drift e anomalias em produção, não só infraestrutura. Dono: CIO ou líder de MLOps. Opções: Sim / Não - Evidência 2 Orientação: Dashboard funcional com alertas configurados. - 3. Drill de auditoria executado Orientação: Ao menos uma decisão rastreada do output ao input. Dono: owner do caso de uso. Opções: Sim / Não - Evidência 3 Orientação: Relatório do drill. - 4. Processo de incidente definido Orientação: Incident commander nomeado, escopo claro, cadência de comunicação e critério explícito de escalação ao comitê executivo. Dono: incident commander. Opções: Sim / Não - Evidência 4 Orientação: Documento do processo de incidente. - 5. Rollback testado Orientação: Mecanismo para reverter ao processo anterior, testado em condições próximas às de produção. Dono: CIO. Opções: Sim / Não - Evidência 5 Orientação: Registro do teste de rollback com resultado. - 6. Custo completo no mês 24 projetado Orientação: Inclui exit cost. Dono: CFO. Opções: Sim / Não - Evidência 6 Orientação: Projeção econômica documentada e validada pelo CFO. - 7. Data de sunset do legado definida Orientação: Dono: process owner. Opções: Sim / Não - Evidência 7 Orientação: Cronograma de desligamento do processo anterior, com responsável e condições de ativação. - 8. Validação mínima concluída Orientação: Testes de qualidade, segurança e compliance proporcionais ao risco; em Faixa 2 e 3, inclui red-teaming documentado. Dono: sponsor executivo. Opções: Sim / Não - Evidência 8 Orientação: Relatório de validação. - 9. Controle de acesso e privilégio mínimo aplicados Orientação: Modelo e agentes conectados têm permissões mínimas necessárias, documentadas e revisadas. Dono: CISO. Opções: Sim / Não - Evidência 9 Orientação: Registro de permissões. - 10. Owner de negócio confirmado para operação contínua Orientação: Executivo accountable pelo resultado em produção, não apenas pelo lançamento. Dono: CEO ou sponsor executivo. Opções: Sim / Não - Evidência 10 Orientação: Nomeação formal com escopo de responsabilidade. Resultado - Critérios atendidos Orientação: Informe o total de 10. - Gaps e plano de remediação Orientação: Liste prazo e responsável para cada gap. - Go-live aprovado? Opções: Sim / Não / Condicionado - Aprovador Orientação: CIO, com validação do CFO e do sponsor executivo. Regras para fechar a decisão (eu aplico): - Para Faixa 2 e 3, os dez critérios são obrigatórios. - Para Faixa 2 e 3, a validação mínima inclui red-teaming documentado. - O go-live só é avaliado após registrar gaps, plano de remediação, prazo e responsável. Responda na mesma estrutura, campo a campo. Minha evidência: [cole aqui o texto ou anexe os documentos]
Regras para fechar a decisão
- Para Faixa 2 e 3, os dez critérios são obrigatórios.
- Para Faixa 2 e 3, a validação mínima inclui red-teaming documentado.
- O go-live só é avaliado após registrar gaps, plano de remediação, prazo e responsável.
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Decidir na Era da IA, de Alexandre Pereira
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