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Matriz de delegação de agentes

Política de delegação de agência com quatro níveis de autonomia, transições e controles obrigatórios.

Capítulo 9 · Fonte: revisão 3 da editora, p. 137, 138 · Versão digital 1.0

Como usar

  1. Classifique o agente, registre os controles do nível e só promova quando todos os critérios de transição forem atendidos.
  2. A próxima revisão ocorre no mínimo trimestralmente.

Você também pode preencher aqui. As respostas ficam nesta página enquanto ela estiver aberta. Exporte antes de sair; nenhum dado é enviado ou salvo no servidor.

Identificação

Nome ou identificador.

Mínimo trimestral.

Nível 1: recomendar

O agente analisa dados, identifica padrões e apresenta opções; não executa ações. O humano avalia e decide.

Registre o período mínimo definido pela organização.

Registre o limiar definido pela organização para o caso de uso.

Nível 2: executar

O agente recebe instrução delimitada e executa tarefas dentro de parâmetros definidos. O humano define escopo, aprova resultado e intervém em exceções.

Registre o período exigido.

Nível 3: decidir

O agente toma decisões operacionais dentro de mandato. O humano define objetivo, monitora métricas e intervém nos limites de autoridade.

Registre o que escalar, para quem, informação mínima e prazo.

Registre data e decisão: manter, promover ou rebaixar.

Registre o período prolongado exigido para transição.

Nível 4: escalar

O agente opera com alta autonomia, coordena outros agentes e escala apenas situações que excedem mandato. O humano supervisiona resultados agregados e redefine objetivos.

Rastreie a decisão do agente coordenador até o agente executor.

Não apenas por agente individual.

Revisão e decisão

Regras para fechar a decisão

  • A promoção ao Nível 2 exige resultados mensuráveis e auditáveis pelo período mínimo definido, taxa de erro abaixo do limiar do caso de uso e owner com autoridade de suspensão nomeado e ativo.
  • A promoção ao Nível 3 exige evidências do Nível 2 pelo período definido, zero incidentes críticos, filtros de input/output operacionais e privilégio mínimo aplicado e documentado.
  • A promoção ao Nível 4 exige evidências prolongadas do Nível 3, avaliação formal do comitê executivo e coordenação com outros agentes em ambiente controlado.
  • Nível 4 exige pontos de interrupção por elo, auditoria de cascata e limite de gasto por cadeia; a maioria das organizações não deveria tentar esse nível antes de dominar os três anteriores.
  • Stop rule transversal: sem agent owner com autoridade para suspender, kill switch testado no trimestre, privilégio mínimo aplicado e filtros de input/output ativos, suspender a operação e reclassificar como piloto.
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